domingo, 16 de novembro de 2014

Tá feia...?



Andando pelas ruas de Imperatriz – MA, nem precisa muito esforço para se dar conta da quantidade de entulhos resultantes de pequenas e/ou grandes reformas em residências e/ou estabelecimentos diversos. É interessante lembrar que essa sujeira toda acumulada em todos os bairros, nobres e/ou pobres é causada pela: displicência do poder público municipal, descuido dos que prestam serviços de remoção, que o fazem incompleta, despejando-os em locais não apropriados, como terrenos baldios, trechos de ruas. É claro que ao reformar e/ou demolir pra reconstruir, há quem o faça com orçamento apertado o que talvez, não justifique, mas, fundamente a opção em pagar seja quem for para retira todo o material descartável, o mesmo acontece em relação aos galhos de árvores resultantes de podas, de quebras e/ou queda causada pela força do vento, aliada à umidade do solo. Diante dessa constatação, em conversa com os secretários municipal de meio ambiente, sim, porque propus aos dois, um do primeiro mandato, outro do segundo, da administração atual. Perguntei-os se havia uma equipe com funções especificas e/ou exclusivas para essa prestação de serviços à comunidade, em resposta me disseram que nos termos da proposta na pergunta, não, mas, fora criada uma equipe para cuidar das podas de plantas, e que funciona sob comando da SINFRA> ensejei e observei: se na condição de candidato (a), há uma promessa de governar ouvindo e cuidando das pessoas, uma das iniciativas seria essa, acima mencionada. As vantagens desse feito contemplariam tanto a administração que destinaria os restos de construções para as ruas, em substituição às caras carradas de barros com sintomas de piçarra, uma vez que já esta provada a eficácia dessas sobras de construções para aterros, visto não ser de fácil deterioração. Aos galhos de plantas, seria triturados e levados ao destino correto usando-os para a fabricação de adubos, o que sugere aplicação às novas plantas espalhadas pelos próprios servidores e/ou cidadãos, cidadãs, cadastrados (as) para esse fim.

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