segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Perigo a cavalo.




Como se já não bastasse às imprudências, os desrespeitos na condução de veículos: automotor, de tração animal, de tração humana e até mesmo o pedestre como causa de violência no transito, animais são soltos para pastarem à beira de estradas, urbanas e, nas próprias ruas.                         Uma vida que se perde aqui, outra ali, uma pessoa que se torna inválida, improdutiva e, quanto a providencias? Só desculpas, seguidas de promessas e/ou justificativas: De um lado as das autoridades, cujas funções seriam coibir tais práticas, retirando diariamente se preciso todos os animais de pequeno e grande porte, levando-os para o centro de zoonose e, a partir de então doá-los, claro, após a triagem sobre o estado se saúde,  para quem tem chácaras e/ou pequenas propriedades, ou aplicando multas como instrumento de disciplina para os donos. De outro, os próprios proprietários, em especial os de animais de grande porte, que os usam como instrumento de trabalho, que depois de uma jornada, a paga que dão aos seus mantenedores é soltá-los  nas vias para que se virem à procura de alimentos. Uma coisa é fato, enquanto não houver medidas drásticas, precisas e, pulso firme na aplicação, pessoas continuarão sendo vitimadas, durante o percurso dos caminhos que os permitem ai e vir, cujas sequelas menos grave seria mesmo a morte, visto que pior é para quem se movimenta, perder parte ou todos os movimentos, saindo da condição de ser vivo, para o estatuo de invalidez ou mesmo vegetativo, dor que  atinge toda a família do indivíduo, que tiver esse infortúnio. 

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