sábado, 15 de novembro de 2014

Pelos poderes...



Das tantas formas de poder, cujas ações norteiam, quer orientando, quer disciplinando cada um (a) e, diante das mazelas também resultantes do agir destes poderes, a duas d’elas, chamo a atenção. Em face  de todas as atenções voltadas para o poder político-administrativo e/ou partidária devido aos escândalos de: improbidade, lavagem de dinheiro e corrupção passiva ou ativa, essa duas formas de poder, se movimentam segundo seus interesses, se escondendo na conceituação que lhe é peculiar, sem que ninguém esbraveje. Uma, o judiciário, que revestido da couraça da “justiça” acabam fechado os olhos para o que é /ou seria justo, a partir de uma compreensão das provas constantes nos autos de um processo, passando por vezes a decidir segundo o poder econômico constante em causa. Ou ainda, arvoram-se da condição de operador (a) do direito e/ou da força policial, para atropelar pessoas e direitos previstos em lei. As mazelas vão desde: condução de veículos sem habilitação e sob  efeito de embriaguez, acesso a eventos como shows, danceterias, consumo de bebidas e até mulheres, a custo zero, quando reclamados pelos seguranças anunciam quem é e exibem arma “de propriedade do Estado” como forma de intimidação.  Na outra ponta a classe médica, que independente das motivações para exercer a medicina, acaba negligenciando e, por vezes renegando o famoso juramento pela vida. Se atenderem pelo SUS, o fazem de má vontade, sob a alegação de que não recebem; se pelos planos de saúde, a situação não é diferente, basta ver a quantidade de operadoras que foram proibidas de vender novos planos, se no escritório próprio, as demoras e, por vezes a não resolução do problema, apesar das intervenções cirúrgicas. O que aqui transpus, não foi fruto de imaginação, mas, resultado de reclames de usuários, de ações, tanto do ministério público, da promotoria de justiça da saúde, quanto da ANS, no caso dos médicos, e no caso das forças que compõem as polícias, advogados e judiciários, pauto nas ações das promotorias, dos conselhos de justiças, das corregedorias indo à suprema corte. A nós cabe, individualizar nossa atenção, redobrando-a e nos fazendo instrumento da paz que queremos, cujos resultados contemplam ao todo, o nós, a coletividade.  

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