sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Faltou ouvir o povo.


Numa solenidade truncada e comprobatória, fora realizada sob o título de audiência pública, os resultados de um estudo sobre a real e deteriorada situação dos serviços de captação, tratamento e distribuição de água e, o destino inadequado do esgotamento sanitário de Imperatriz. Justificativas daqui, ajustes dacolá, descontentamentos: da promotoria de justiça do meio ambiente, da defensoria pública, das lideranças comunitárias, dos movimentos sociais e, de entidades de classe, fundamentados na ausência de transparências na composição das decisões sobre o tema. Nas palavras do Prefeito Madeira, “o que  aqui se discute é a de suma importância não só para nossa cidade, mas, para toda a região e, quanto ao projeto que prever a ruptura do contrato entre a CAEMA e o Município de Imperatriz, quem vai decidir é a população. Tão logo foi concluída a apresentação dos estudos, fora franqueado a palavra para os presentes, que afinados quanto a necessidade de ouvir o povo, fortaleceram uns aos outros, ressaltando que mesmo uma outra audiência já anunciada para o final deste mês, ainda assim deveria ser pensada mais à luz das comunidades. O A  câmara municipal se fez presente: Vereador, e deputado estadual eleito, professor Marco Aurélio, José Carlos soares, Fatima Avelino e professor Carlos Hermes, este sugeriu que confiássemos no governador eleito Flávio Dino, pois água para todos foi uma das plataformas de campanha, já o presidente da câmara, vereador Hamilton Miranda, disse ser a favor do cumprimento da lei federal  que aponta os rumos para a resolução do problema de saneamento básico, e que comunga do pensamento do governo municipal, “...tão logo a comunidade decida, através das audiências, seja pela manutenção ou quebra do contrato em questão, à medida em que  o projeto chegue à câmara nós votaremos, dando à cidade a oportunidade de melhoria na qualidade de vida” concluiu. 

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