terça-feira, 4 de novembro de 2014

"...E o mais importante é...


“...E o mais importante é o amor...” a quem e/ou ao que?  Essa talvez seja em nosso tempo, a mais complexa e desafiante resposta a ser encontrada e, experimentada. Isso porque, sob a chancela do capitalismo sem nexos com a essência do ser humano, há quem, se porte de modo contrário ao valor real, direcionando-se a valores que se ajustam não a pessoas, mas, ao que por via de regra, é atribuição do ser ao objeto.  O complicador é que essa inversão de valores permeia os caminhos até mesmo dos e/ou das que se dizem de fá professada, levando-os (as) a interpretar as supostas profecias à  suas necessidades materiais, não   levando em consideração a afirmação “...Onde está o seu tesouro, aí está seu coração”, com isso Jesus quis dizer que nossa preocupação primeira, não seria Primar pelo ter, mas, pleo ser, uma vez que a razão e causa primeira para ter é ser.  Não se trata de apologia à pobreza, mas, de uma tentativa em provocar uma reflexão quanto a que, quem ou o que e como valorizar. Como jornalista, tenho visto e ouvido dos e/ou das que se propõem tanto conhecer ou fazer-se conhecido (a) e, nessa dialética, quase sempre a pergunta primeira é, o que fez, faz ou tens até então? Isso intriga sobre tudo por ter a resposta um peso maior para a tomada de decisão. Ao passo em que, a pergunta mais coerente seria quem és... Bem, se o amor é o que importar, outra pergunta seria quanto ao tipo ou forma desse amor, que independente disso emana de sua forma mãe, amor maior que é Deus e, devemos ter em mente uma clara distinção entre essa forma de amor, se de pessoas para pessoa, se entre um homem e uma mulher, se em família, seja como for, Deus não seria Deus se, não respeitasse nossa liberdade de escolha, escolhamos pois, a vida.               

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