quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Assim não dá...



Observando o modo como conduzimos nossas cargas, seja pelas ruas e/ou rodovias, constatamos uma realidade contrastante que as normas contidas no Código de Transito Brasileiro CTB e, que ao contrário do que se pensa, as causas das infrações não estão na ausência de conhecimento. Essas  imagens eu as fiz num dos bairros de Imperatriz – MA, num intervalo de 30 minutos entre uma e outra. O que me chamou a atenção foi a quantidade de areia molhada que derramou se espalhando por todo o percurso, desde o areal até o destino final; Se não me foge a memória, essa prática se constitui uma infração, esta também se configura nessa outra carga, que apesar de a areia estar enxuta, faltou a cobertura prevista no CTB.  Seria falta de fiscalização? Neste caso os órgãos de competência poderiam alegar falta de contingente, porém, tá mais para desinteresse mesmo, pois, essa é a infração mais fácil de flagrar, nem precisa ir aos bairros basta, centrar as atenções nos pontos de partida, as saídas dos areais. Mas porque isso não é feito? Acaso quem de competência para fiscalizar não sabe onde funcionam os areais?  É preciso agir com determinação, se as notificações e orientações não surtem efeito, o jeito é ferir o bolso, mesmo que seja para que os infratores, busquem o remédio, seja o chamado jurídico, seja o sob  influências, para retirada dos autos da infração, causa do corte. Nessas  ruas pelas quais passaram essas duas caçambas, qual o destino dessa areia que cobriu o asfalto? Claro que com o passar dos carros  e a secagem, ela se transformará em poeira e adentrará às casas, comércios e o pior nas narinas de quem esteja nos arredores.  Não custa lembrar que entre o que se aprende e a prática, há uma distância que o transeunte pode fazer e, nesse caso querer uma cidade melhor implica fazer-se instrumento dessa melhora.

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