quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Seria Retaliação?


Uma das marcas da atual administração municipal foi não se privar do dever de procurar os governos: Estadual e Federal, para angariar recursos com vistas à resolução dos problemas de nossa cidade, considera-se,  que pós-eleição, a prioridade é e/ou deveria ser respeitar a decisão popular e, não retaliar, sejam pessoas, seja cidades, que decidiram apoiar e votar em candidatos segundo sua consciência e/ou conveniência administrativa. Pois é, nesse processo de busca de recursos, falou-se muito em amadurecimento político, porém, depois de mais uma mudança de lado, os rumos e respeito ao povo de Imperatriz, por parte do governo do estado, parece ou de fato, foi ignorado. Na sessão de quarta, dia 10/09, Hamilton Miranda, vereador pela 2ª vez e, exercendo o 3º mandato na presidência, fez uso da tribuna Leo Franklin, para reclamar a falta de compromisso do governo maranhense e, alertou para a importância do respeito à nossa gente. “...não quero crer que, por causa de uma decisão política, que consistiu na mudança de lado, tanto do executivo municipal, quanto minha, o governo deixe de honrar os compromissos firmados com Imperatriz, não liberando os recursos para as obras em execução, isso seria retaliação e, o povo não pode ser penalizado por isso. Hamilton, se referiu às perfurações de poços já iniciada entre tantas , porém, paralisadas por falta de pagamento, a situação se agrava, porque apesar da abundancia de água, esta, não chega às torneiras das pessoas e, isso é inadmissível, quem foi e/ou for eleito tem que governar para todos, respeitando a decisão do povo, que escolheu quem o governe, se não fez, faz e/ou fizer isso, não é digno de ser chamado de governador(a), essa mácula, não creio ser a marca do fim do ciclo desse governo. Enquanto jornalista, vejo se  retaliando que muitos governos ferraram suas administrações, não respeitando as decisões soberana do povo, abrindo caminhos para a corrupção, o câncer que tem assolado os cofres públicos, tudo sustentado, seja pelas habilidades de seus mentores, seja pelas liminares expedidas sem a observação do ponto de equilíbrio, que norteia a pesagem da balança, função que a priori deveria ser também de quem em nome e na forma da lei, sentencia. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário