quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Desconexo


Uma situação um tanto intrigante, repetitiva e prejudicial é essa prática: cortar o asfalto e deixar nessa situação (trecho de uma rua no Jardim São Luiz) ; Segundo consta nas regras, paga-se uma taxa para esse fim, mas, que fim? Quantas ruas foram destruídas a partir desses feitos? Onde está indo parar o dinheiro arrecadado? Bem, o resultado esta nas centenas de ruas outrora asfaltada e já precisa ser refeita. Outra situação delicada é a tentativa de responder aos reclames da comunidade quanto a falta de água; as autoridades decidiram somar esforços para encaminhar recursos com vistas à perfuração de dez poços artesianos, o problema é que além de ser a longo prazo, os preços nos soam anormais. Enquanto na iniciativa privada, um poço com profundidade de 300 metros de profundidade custa em média,  R$ 100, 000,00, um de responsabilidade pública pode chegar à soma de R$ 3.000,000, 00.  Ora, o problema da falta de água não está na ausência do líquido, mas, de uma tubulação adequada para a realidade crescente de nossa cidade. A  CAEMA não fez e nem faz investimentos nos bairros que se formam, mas, se apropriam das “improvisadas redes” feitas pelos moradores, multa-os e ainda incorporam-nos ao “sistema”, a partir de então, consumidor (a) se verem na obrigação de pagar as tais faturas, o que não seria ruim se recebessem água na mesma regularidade com que recebem as faturas. Recorrer ao  PROCON resolveria se, os ditos defensores do povo,  de fato os defendesse e, se esse  povo se unissem e, ajuizassem ações se propondo pagar somente pelos dias e/ou pela quantidade de água recebida.  

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