sábado, 16 de agosto de 2014

De tanto.


De tanto prosperar: A maldade, causa espanto a ideia de bondade; A politicagem, aumenta o descrédito na política; A injustiça, ignora-se as possibilidade de justiça. O que nos chama a atenção é exatamente o modo como isso se aplica no dia a dia; Diz-se não, quando deveria ser sim, e sim quando a resposta requer um não, o que exige de cada um (a) maior capacidade de discernir entre as duas situações, não nos isentando da firmeza e/ou determinação. Aquele (a) que prima, por coerência, justiça e honestidade sofre as sanções da insensatez, da incredulidade, da generalização, mas, “...sedes firme na fé, combata com respeito, acertude e celebrarás vitória”; É difícil e a sensação que se tem é semelhante ao que acontece com roseiras podadas que durante um certo tempo, parece perecer, mas, ao se cumprir o tempo, brota novos galhos, cujas rosas, são mais belas. Quantas vezes já nos perguntamos: onde foi que errei? Em que ponto minha experiência esqueceu de atentar? Ou, porque nada dá certo, até que ponto posso aguentar? Há quem nos diga: Não precisas levar tudo a ferro e a fogo, mas, o fato é que, se abre uma exceção hoje, logo, surge um novo pedido no amanhã. A queda só tem sentido se, causar impulso para a elevação, a verdade só liberta, se cumprir sua função: atuar a serviço da vida e na promoção humana, não esquecendo que enquanto verdade também pode aprisionar. Luzes e sombras são importantes, cada uma a seu tempo e em seu lugar, mas, veja que estou falando de sombra, não de trevas, visto que esta, já perpassou a condição de sobra. O que precisamos fazer para reverter tal situação? Primeiro recuperar a credibilidade em nós mesmos, pois, não crendo em si, na justifica crer no outro; Valorizarmos mais o ser, e tê-lo como, instrumente e razão da busca pelo ter, uma vez que há em nós certas semelhanças, o que não significa sermos iguais, mas, termos oportunidades de igualdade, mesmo nas nossas Diferenças.  É certo que tudo isso parece não passar de um jogo de palavras elaboradas à luz do romantismo, mas, só parece, pois na essência, sabemos ser verdade.  

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