quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pode não responder, mas, ajuda a perguntar.


Ensejando a onda dos repúdios: à corrupção que agora ganhou mais conotação pós-mensalão e o lançamento da obra, O nobre deputado, recém-lançada e já figurando entre as dez mais vendidas; O grande desafio agora é aprender a lição para não praticar e, combater ou aperfeiçoar as sugestões contidas? A lei ficha limpa, teve sua valia e, agora como aplica-la, se a justiça eleitoral abona o registro de pessoas sob investigações? Será que o gigante permanece acordado e tentando entender o porquê e para que? Se, o sistema político brasileiro estar morto, o judiciário também participou do homicídio, dando o “tiro de misericórdia”? (leia-se: liminar). E quando é que os e as que se desdobram nas redes sociais, aplaudindo e ou repudiando esta ou aquela atitude, vão sair da condição de observação e passar a ação? As eleições se aproximam e com ela, a tempestade de falácias, promessas mirabolantes, denúncias que por descontentamento de coniventes, só agora abarrotam a justiça eleitoral. Como crer nas propostas? Política e politicagem é a mesma coisa? Discernir, nós podemos.  Para isso se faz necessário um olhar, uma escuta, uma análise, o que só é possível se cada um (a) fizer valer sua vontade. Fala-se muito em amor, mas, se desconhece sua essência e, aqui ilustro com uma das linhas e/ou ramificações do amor: o amor homem e mulher vejam que contraditório!  Ele e Ela se conhecem, namoram, fazem juras de amor eterno e, nas primeiras exigências surge o “eu não te amo mais, isso quando não alugam um pedaço do inferno para: “vá pro inferno, com seu amor” Contrariando a onda de violência entre casais que por não darem certo, passam a se odiarem e/ou até mesmo o “se você não for meu/minha não será de ninguém”. Tenho procurado manter um bom relacionamento com as Ex... e, suas respectivas famílias, o que na prática exige: primeiro, um cuidado especial no trato com as causas do rompimento, depois a responsabilidade de saber que não dando certo numa das áreas da relação, nada nos impede de prosseguir os caminhos como pessoas. Isso é difícil, é inacreditável, inaceitável? Não se fizer uso da razão, esse feito tem seus efeitos, mas, é o que procuro fazer. O inconcebível é não aceitar que não dá, é fomentar o ódio, o desprezo, a indiferença, a interferências de modo negativo e até o ceifar a vida de que se disse ter um dia ter amado.

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