quinta-feira, 26 de junho de 2014

Violência Policial Denunciar a Quem?


           
                                                                                                                                 
Há tempos tenho ouvido denúncias de cidadãos e cidadãs que de forma repudiante nos questiona: Não dar para vocês da mídia nos ajudar na defesa de nossos direitos?  A gente fica sem saber a quem recorrer nessas situações: há por parte de alguns policiais, comportamentos que contrariam às razões de ser polícia, estes, se arrogam no direito de fazer o que, onde e com quem quiser, interferindo até no direito individual das pessoas. Quantos destes policiais, saem apaisana para as diversões,  portando suas armas? Não seria problema se após ingestão de bebidas alcóolica e/ou outra substancia cuja ação altere os sentidos, não ousassem a: querer e/ou entrar em festas, bares ou similares sem pagar para tal. Pior ainda, querer força uma pessoa a fazer o que não quer e, em se tratando de mulher querer força-la a ser parceira naquela aventura. O corporativismo excede a ética e a decência, impulsionando o desvio de conduta, pelo menos foi o que ficou claro nas imagens do caso em que um policial agrediu verbal e fisicamente uma mulher, mesmo na presença de outros dois policiais em serviço e chamados naquela ocasião, para barrar a ação violenta do colega de farda, que curtia sua folga. Ao comando da polícia, o desafio de atentar para a crescente onda de violência protagonizada por policias que seriam para proteger a sociedade, esta, pode não suportar tanto desmando. Apesar de ter as mesmas letras, no início e no fim, essas palavras: Velar e Violar difere quanto ao significado.

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