quinta-feira, 19 de junho de 2014

Valeu a tentativa, mas, a greve dos professores do Município de Imperatriz, continua.

 
Depois de mais de 45 dias de paralização, professores (as) da rede municipal conseguiram: não o reajuste pleiteado ainda, mas, pelo menos fomentaram um gesto de indignação por parte do parlamento que após aprovar uma contra propostas de 12%, para sugerir ao prefeito de Imperatriz e, aprovou a  indicação do presidente Hamilton Miranda uma audiência pública, o que aconteceu, sob a responsabilidade da vereadora Edineusa Caetana, presidente da comissão de Educação daquele parlamento. Ao explanarem suas razões e causas, STEI, MP, SEMED bem, não se pode dizer que a audiência não cumpriu seu papel,  diga-se de passagem  cumpriu e bem: Deu oportunidade de exposição dos interesses de educadores (as), além do ministério público, ali representando o titular da pasta, Dr. Jadilson Cerqueira, a Dra. Nayma, que ensejou para cobrar a realização de concurso público para professores, questionou e chamou de negligência a demora da prefeitura em resolver o impasse e, errou ao afirmar sem conhecimento de causa, a ausência de novas escolas, considerando que já estamos no 6º ano de administração tucana, erro contestado pelo secretário que elencou em média seis novas unidades distribuídas entre as zonas: urbana e rural. O que ficou acordado ou pelo menos direcionado foi a formação de uma comissão para trabalhar a solução, outra sugestão que pelo visto será a mais provável é a invocação da justiça, tanto por parte do STEI, quanto por parte da prefeitura, para que esta se posicione como o ponto de equilíbrio, ou seria melhor dizer a tara entre os dois pratos da balança, para que a pesagem seja justa e o martelo da justiça seja batido, e a caneta se configura instrumento de confirmação da sentença e, que favoreça à educação de meninos e meninas, prejudicadas até então.   

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