quarta-feira, 11 de junho de 2014

Refletir, você pode.


               

              

Tenho atentado para as postagens temáticas sejam pautadas nas realidades que nos cercam, sejam resultantes das imaginações de autores e autoras que, em texto, áudio e vídeo os tornam público.  Necessariamente, em tempo de eleições é cada vez mais distante a distinção entre política e politicagem, liberdade e libertinagem e, como resultado, o desgaste no fazer público, no gerenciar até mesmo de igrejas enquanto organizações. Outro mau, ou seria mal? Que assola as cabeças que insistem em não pensar é a generalização ao emitir juízos de valores sobre o que se lhes é apresentado, esse nivelamento sem precedente, negativa acentuadamente o exercício da humanidade. Outro dia debatendo com um colega de aula, sobre os rumos que o gigante acordado tomou, mencionei a necessidade de norte e a coerência nas ações; meu interlocutor por sua vez, justificou os saques a lojas e supermercados, os ataques a caixas eletrônicos, a concessionárias, o atear fogo em ônibus, com o argumento de que “o sistema (corrupção) os forçou a isso” eu ousei observar: “um erro não concerta o outro” diz a canção e, conclui: O principal responsável pela situação é a própria nação que continua elegendo pessoas cujas fichas se configuram sujas, mas, ainda sob judice, como se não houvesse outra opções. Se coincidência ou não, na reportagem sobre corrupção, o presidente do TSE, disse: Eles não foram para lá, o povo é quem os colocou no poder. A obra em cheque no momento, recebeu um rechaçamento por parte da presidência do parlamento federal brasileiro, que a qualificou como fictícia em toda a sua conjuntura, acrescentando que “qualquer pessoa e, sobre tudo se revestida de autoridade judiciária tem o dever de denunciar quaisquer irregularidades constatadas, o que o autor não fez”. Outra coincidência, foi que um dia antes desse gesto, eu havia observado num debate no faceboock se, no decorrer da coleta de informações para a composição da obra até a publicação, quantos foram denunciados e como consequências estariam sob investigação além do de São Pedro da Água Branca, citado na reportagem? Pois é, quem realmente tem que atentar, somos nós e, nessas eleições votarmos mais consciente, votar nas novas opções, visto que parte das já arraigadas se não respondem podem estar sob suspeita de feitos escusos, o que fere a lei.  

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