sexta-feira, 13 de junho de 2014

Afrontas.



             

 Aquilo que é de responsabilidade de todos, pode não ser de ninguém. Talvez esteja ai uma das causas de impunidade, quanto às investigações aos infiltrados nos movimentos do gigante. O que vem dando sustentação para tantos atos de distorção e destruição de bens materiais, móveis, imóveis publico e privado. Quem quer o melhor, não contribui para o pior; já quem quer concertar às vezes precisa quebrar. Eis o desafio, discernir o que, quando e como quebrar, o que na prática não está acontecendo, excluo desse contexto quem a carapuça não servir. Sito dois casos de afronta a poderes constituídos com base constitucional. Um ocorreu no parlamento municipal de Imperatriz, onde dois indivíduos divergiram nas ideias e um agrediu o outro (lesão corporal grave). Ali fora a chamada “tragédia anunciada” visto que tais discussões acirraram sobre paixões políticas partidárias, não ideológicas, uma clara politicagem patrocinada. Outro caso teve uma conotação maior, por ter ocorrido na suprema corte do país, e também por razões que envolvem politicagem. Trata-se da postura de um dos advogados que atuam no Supremo Tribunal Federal (STF). Que sob o pretexto de defender seu cliente, rasgou o regimento interno daquela casa, como? Fazendo uso da fala sem ser ou estar inscrito, abordando um tema fora de pauta e, sabe por quê? Porque segundo o causídico, o presidente do STF, não proferiu nenhuma resposta ao “agravo” proposto pelo defensor de quem? José Genuíno, o tal agravo, já havia sido entregue há dez dias, causa da afronta do advogado, que resultou na retirada do mesmo do plenário, sob as ordens do Ministro Joaquim Barbosa. A OAB, lógico, não gostou e divulgou nata repudiando a postura do ministro, o que me causou estranheza, visto que defender seu associado é justo, mas, não em prejuízo da ordem. Quantos Joses, não estão cumprindo prisão com seus processos vencidos, por não terem condições de bancar um advogado? Onde está a comissão dos direitos humanos, da ordem, ou os não genuíno, não se enquadram e/ou configuram humanos? A formação de um dos grandes nomes do PT, não serviu para cumprir a lei, observando os preceitos que ele mesmo pregou para ganhar o carinho, respeito e voto? Ou o conhecimento lhe serviu apenas para o desvio de conduta? Se a suprema corte brasileira não fizer e/ou cumprir seu próprio regimento, de onde tiraria autoridade para julgar o que quer que seja? A defesa dos direitos seriam melhor respaldadas nas alíneas dos deveres. Antonio

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