quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tatus, pebas ou pessoas na cadeia?

                                               
                                                              Em pedrinhas
Não é de agora,mas, hoje resolvi depois de mais uma notícia sobre tal proeza, e aqui no maranhão, discorrer sobre uma prática, intrigante que tem se tornado frequente nos sistemas prisionais do Brasil. Trata-se das escavações de túneis noticiadas ao longo dos tempos e quase sempre se registra e divulga a descoberta do feito, porém, não se sabe ao certo porque se negligencia informações sobre a aquisição dos instrumentos utilizados na perfuração do solo e, muito menos os vasilhames e/ou utensílios usados seja para o transporte, seja para o acondicionamento da terra e/ou entulhos retirados da escavação. O que causa estranheza é o como toda essa parafernália chega até os detentos, o mesmo se diga quanto aos grandes achados pós-revistas às celas: celulares, cerra para cerrar ferro, armas de fogo e brancas e a venenosa nominada de droga. Apesar de óbvio, mesmo que cause duvidas a quem? Dá para perceber que o ser preso, para muitos chefões é lucro: estão sob a proteção do “Estado” já economizam na segurança para consigo mesmo; de lá conseguem mandar e desmandar nos “negócios” lá fora; Mas, afinal, alguém dos sistemas: Judiciário e/ou penitenciário seriam membros do “crime organizado”? Uma outra situação curiosa é a fragilidade interpretativa dos ditos “habilitados para avaliar comportamentos” que não se sabe que instrumento ou método usam para aferir e qualificar o comportamento do preso, pra lhe favorecer o chamado induto se: de natal, ano novo, páscoa e/ou outros; O que se vê é dias depois, noticia-se que os “bem comportados” resolveram não voltar e, portanto são foragidos da justiça. Ninguém se deu conta de que tal mudança de conduta, visa tão-somente adquirir o benefício? 

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