terça-feira, 22 de abril de 2014

Eu...



Estamos num ano eleitoral e, como de praxe, há quem se coloque na condição de sanar problemas: sociais, de mobilidade urbana, de segurança, saúde e o carro chefe e/ou o tom mais forte a EDUCAÇÃO. Como sugestão aos candidatáveis, procurem pelo menos conhecer como funciona o “gerir a coisa pública”, o legislar e fiscalizar que compete aos deputados e senadores; como proceder para conseguir recursos específicos para obras e ações que resultem no bem estar da comunidade faça isso, pra não ter que incorrer nos erros que se arrastam a anos no fazer política. Chega a ser gritante o despreparo e a insenssatez de quem antes de assumir tinha respostas e, uma vez eleito e empossado (a) as perdeu no percurso das exigências da gestão publica de qualidade. Só pra ilustrar, praticamente todas as cidades do país, perdem recursos por falta de: projetos decentes, licitação coerente, contratos que viabilizem transparência na comprovação de investimentos.  Outro dia uma professora disparou: “...trabalho numa escola cuja diretora e a vice, só vão quando da na telha, (quando querem) e, concluiu, dizendo ser ela que fazia às vezes das faltosas. Num outro discurso, declarou que nas três escolas onde trabalha, volumosos recursos  retornarão para o Ministério da Educação, por falta de “processos licitatorios” e projetos que se adequi às exigências do MEC. Daí dá pra ver que quem se propôs  a governar para todos, não o fez nem para a minoria, quem antes sabia a quem e como recorre  se perdeu na estrada e, agora tentam a todo custo provar que fizeram direitinho a lição, mas, o povo não é burro e, apesar de pouca cultura, ainda consegue raciocinar.

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