sábado, 29 de março de 2014

Acordou e agora?


Acordado e sem rumo, o gigante segue, às vezes gritando e, com razão, porém, desnorteado depreda, quebra e põe fogo. Tudo isso vem se confirmando escudado nas frestas da lei, ou  seria na interpretação que a magistratura faz d'ela e dos atos em voga? Nas faculdades e/ou universidades, estudantes consomem, comercializam drogas e se, após monitorados e flagrados pela federal, se posicionam sob a farsa do protesto, enfrentam a polícia, tocam o terror e ocupam a reitoria pra exigir liberdade, ou seria libertinagem?Ante a tudo isso a reitoria diz que truculenta foi a polícia; faculdade e/ou universidade é lugar pra que mesmo? a priore sera lugar de interação social e integração dos saberes, com vistas à produção do conhecimento e, isso seria possível se a droga for liberada? No transito, fala-se ao celular, consome antes e durante o tráfego, bebida alcoólica, despreza-se o cinto de segurança; no moto, pilota-se sem capacete, emplacar?para que? Ai de quem se atrever a cobrar respostas, e/ou coibir tais práticas, "...interditam ponte e queimam pneus em protestos contra a ação da polícia, que sob orientação do MP, foi às ruas coibir tais infrações". Uma outra situação intrigante é a não percepção de que os criminosos agem em grau avançado de crueldade, em sã consciência e orientado pela lei, pois sabem que esquartejar, atear fogo numa pessoa viva, abre a priore como linha de defesa do autor, a alegação de insanidade mental; aliás essa é uma tática também usada por policiais que pedem afastamento das funções, sem abrir mão do faturamento, alegando problemas de saúde mental, "doido"na linguagem popular e, depois com esse recurso vão cursar direito, por exemplo. Um insano tem realmente coordenação e sanidade para aprender e aplicar o que aprendeu. A menor idade é outro escudo blindado, usado pelo menor infrator, o que garante a prática do crime e a certeza da impunidade.
Quem tem a força, a habilidade para dialogar com o "gigante acordado" a fim de mostrar que não basta acordar e usar a força,mas, é preciso antes, ver, analisar, crer, discernir e experimentar. 
É claro que o que aqui expus não o fiz em tom generalizante, isso se acentua tão somente aos "que a carapuça servir. 

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