sábado, 1 de fevereiro de 2014

Torcer sem consciência é praticar violência.


A crescente onda de violência nos estádios, diante do resultado de uma partida, que é óbvio não é agradável a todos ali, sobretudo se não houver empate e, mesmo neste caso a satisfação e/ou insatisfação dependendo do momento e da colocação dos times na soma de pontos também não é igual. Então poderíamos tentar entender o incompreensível? Sim, primeiro por não se tratar de uma incógnita, visto que subentende-se uma partida de futebol, como um espetáculo onde o público vai prestigiar e, se alegrar descontrair, não guerrear. Contudo, não é isso que se constata, as cenas são cada vez mais deprimentes e engessam a própria justiça desportista se estendendo à polícia, mediante as inúmeras posturas de sustentação da impunidade em relação aos infratores, agentes do crime, da baderna, ancorada na suposta defesa dos direitos humanos e, na punição dos próprios times, como se a estes pertencessem o controle de suas torcidas. Ora venhamos e convenhamos, não estamos falado de animais irracionais, que após domesticados, seu adestrador, proprietário pode direcionar seus passos e comportamentos; estamos falando de pessoas humanas e/ou inumanas, mas, pessoas, com habilidades psíquicas, emocionais e de vontade própria.  Já ta mais do que na hora de: Fomentar a responsabilidade individual para que os efeitos sejam percebidos no social;  Parar de apontar culpados, a polícia, os governos, as igrejas, quando na prática se sabe que caráter, honestidade, respeito e humanidade se aprende onde se inicia a vida; De punir, quando a condição (financeira) permite, os pais ao invés dos filhos infratores, os times pela vergonhosa postura do torcedor que, diga-se de passagem, não foi ou é obrigado a torcer, se vai ao campo é pra ver e fazer parte do espetáculo do futebol. Em fim, de cada um assumir e fazer bem o que lhe compete, para que haja a harmonia na convivência com a vitória e, com a derrota. Parece que há uma força tarefa pra anular as faculdades humanas, tornando as pessoas meros seres vivos com vontade e liberdade sem responsabilidade.

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