sábado, 15 de fevereiro de 2014

Manipulados sob conveniência.



Desde o começo do "ir às ruas" "o gigante acordou" no dizer de alguns ditos entendidos e especialistas na arte do engodo, isso mesmo, porque engodo? porque justificam presença de pessoas em manifestos com os rostos cobertos, firmando ser direito, ora, se realmente fosse, porque esconder o rosto, se as causas desse "ir às ruas" é realmente um exercício da democracia? Protestos contra: a corrupção,( mas, pagaram recentemente mais de cem milhões em multas para o judiciário em nome dos mensaleiros); o descaso com a saúde, com a educação e por melhorias no transporte público e, a este se acentua o contraditório quando ateiam fogo nos ônibus, como se queima-los o tornasse melhor. Durante esses protestos a maioria dos mais afoitos são: adolescentes e jovens que se dizem cientes do porque e para que vão às ruas,porém, se portam como vítimas alegando terem sido induzidos ou melhor, manipulados,mas, isso se convier. A onda agora é quebrar tudo, ou seria melhor dizer: a ordem agora é... Uso de: capuz, de artefatos que resultam em tragédias como as já registradas e, que quando preso o autor logo, lhe tiram as responsabilidades pelo feito, alegando que recebera o objeto e, até pagamento de desconhecidos, para tal. Em síntese, só quem perde mesmo é a vítima que se não partiu, ficou vivendo mais aos troncos do que aos barrancos, isso quando não fica em estado vegetativo. Alguém já viu os defensores dos "direitos humanos" dando assistência a essas vítimas, com acompanhamento médico e sustentação necessária? mas, vão pras TV's defender os "recuperáveis infratores"  ancorados na terceirização da culpa. Dá pra acreditar que uma pessoa com idade entre 15 e 20 anos, fez esse ou aquele ato sem saber de seus possíveis danos e/ou benefícios? o ingresso nas faculdades não contempla essa faixa-etária? ou pode se dizer que a estes, se atribuem virtudes ao passo em  que os defeitos lhes são impostos? Não se nasce adulto, torna-se adulto, logo,é inconcebível querer que uma pessoa cresça sem noção de: regras e condutas que elevam e/ou decaiam, de verdades e mentiras, de sim e de não, de amor e ódio etc. e querer que esta pessoa as compreenda e as aplique no dia a dia de vida adulta.

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