domingo, 19 de janeiro de 2014

Lei é...


"...A lei foi feita para pessoas de bem."  e, o papel do magistrado é aplicá-la como tal, cabe aos operadores do direito, diferir entre o(a) infrator(a) por incidente, quem se envolve em: conflitos para se defender, por algo que crer ser justo e/ou acidente de trânsito ocorrido por circunstâncias do próprio trânsito.  Há quem fira a lei por opção e consciência, neste grupo está quem trafica, drogas, animais e órgãos humanos e, até a pessoa viva, seja crianças para outras "famílias", seja adolescentes, jovens, homens e mulheres para fins de exploração sexual. No trânsito, quem ingere bebida alcoólica e/ou outra substância entorpecente, que, convenhamos, não dá pra dizer que usou uma dessas substâncias e pilotou, ou dirigiu seu veículo sob efeito, por não saber da proibição constante no CTB. A tal lei seca que até agora, os únicos penalizados foram as vítimas que se, sobreviveram tiveram que reaprender a viver ou em muitos casos vegetam, ao passo em que os autores na sua grande maioria se, não penalizados no ocorrer do acidente, como consequência, conseguem via lei, pagar uma quantia (fiança) e, responder tais processos em liberdade e, em casos de condenação, na maioria, cumprem em regime semi aberto, o que culmina na prática em impunidade disfarçada de punição. Depois da onda "vem pras ruas" ou  "o gigante acordou" rótulos para os manifestos, que vem ganhando uma certa popularidade o que abriu um precedente para grandes concentrações, entre elas sito aqui a mais recente "o rolezinho" encontros idealizado, agendado via redes sociais, entre adolescente com fins de realizarem nos shoppings, o que resultou em exigências da presença de pais e/ou acompanhante de menores, isso, depois dos tumultos constados até então.   É comum ouvirmos "...se a lei não proíbe, pode", mas, em se tratando de pessoa humana, não custa, lembrar do equilíbrio necessário para a vida em comum unidade. 

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