quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Este é o tempo...

Desejar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo é fácil, difícil é fazer-se instrumento de concretização desses desejos. A questão de Machucar coração, não esta ligada a terceiros, ao Divino e/ou ao demônio, mas, às nossas decisões seguidas de omissões e/ou ações, quando nos portamos desconexos (as) das duas forças razão e emoção. Juras, mesmo ciente de não cumprir, "...não jureis em pelo céu, nem pela terra, seja o teu dizer sim, e/ou não" (ver. bíblia); dizes que amas, mas, na primeira exigência da vida, contrarias a lógica do amor, que aliás, essa "lógica" está tão saturada em função da relatividade, "as formas do amor" tão anunciadas em tempos pós-modernos. Em nome do amor, houve e há que machuque e até ceife vidas, mas, só em nome, porque o amor é vida e o "tudo suporta" contido na bíblia não é o tudo generalizado, pois mesmo que tudo nos seja permitido, nem sempre nos convém. Estamos num momento propício às felicitações e, muitas vezes nos esquivamos de refletir sobre o que fizemos durante o ano que finda, se contribuímos para a concretização dos desejos ora aflorados nas ocasiões de manifestos, como em tempos atuais. Pessoas que só vêem os pais, quando estão carentes de bens tanto materiais quanto afetivos, porque não os encontrou no "mundo". O homem e/ou a mulher por estar empregado(a) e ter conseguido a quele broto, esquecem suas origens indo ao extremo de envergonhar-se de pai e mãe. Querem ser livres, mas, se recusam a assumir as exigências da liberdade e, quase sempre só si questionam pós-ação, cujus resultados causam dor.

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