sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

É conversando que a gente se entende


O fato de ser a Câmara Municipal de Imperatriz, a casa de todos, não significa ser de ninguém, logo, pressupõe ser o poder legislativo um ambiente de Ordem para fins da promoção do Progresso em todas as suas vertentes. Posturas às vezes agressivas, por parte de quem quer que seja, durante as sessões, chegam a interromper o pronunciamento do parlamentar e, até mesmo de representantes de instituições, quando em tribuna.  Concluindo o 1º ano do 2º mandato e metade do terceiro na presidência da casa, Hamilton Miranda tem feito jus à sua condição de liderança, respeitando e cobrando respeito à democracia e, aos Direitos: de falar e Deveres de ouvir, para que se consolide a comunicação e, esta cumpra seu papel, proporcionar o entendimento. Ser cidadão (ã) é condição primeira para o fortalecimento democrático, mostrar via exemplo, como se aplica no dia a dia principalmente nas adversidades, o porquê de suas exigências. Demonstrar insatisfação, não significa necessariamente agressão, seja qual for a forma; há urgência na resolução de impasses e/ou diversos problemas que uma cidade comporta, segundo sua geografia e demografia (população) para que a solução seja a contento, é imprescindível a flexibilidade entre as partes interessadas na resolução. Ao governo (poderes constituídos) cabe sentar conversar e dizer o quanto pode oferecer reajustar, exigir e cumprir, com o que lhe fora proposto. Aos cidadãos (as) sociedade civil organizada, cabe interagir na discussão com vistas a um conquista,  que lhes proporcione melhores condições de trabalho e, estas melhoras se reflitam na melhoria da qualidade de vida da população em que está inserido (a).

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